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Não é feitiçaria, é só física: como funciona o copo Stanley

A sensação de dar um gole e perceber que ainda está gelado ou quente após ter sido servido há muito tempo parece mágico, mas a ciência explica o funcionamento do copo com facilidade.

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Vinicio Rolim Lira

3 de abr de 2023

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Seja na praia, no sítio, à beira da piscina, de bobeira em casa e até em bares. O copo Stanley já está presente em muitos lugares devido às suas inegáveis vantagens em preservar a temperatura das bebidas por muito mais tempo. Porém o que pra muita gente parece feitiçaria, na verdade é pura física e para entender como funciona o copo Stanley e ter um assunto na manga para usar na conversa com amigos e familiares, confira nosso artigo. 

O que é o copo Stanley? 

Imagem exemplificando o trecho de texto anterior

O produto dispensa muitas apresentações, mas caso você ainda não tenha sido impactado pelo copos térmicos, mesmo que indiretamente, saiba que o copo Stanley é apenas um dos muitos produtos térmicos da marca centenária e que já em seu primeiro grande produto, a garrafa térmica apresentou características presentes até hoje em seu catálogo, durabilidade e contração com parede dupla, segredo para conservação de temperatura. 

A Stanley também fabrica outros recipientes térmicos como, canecas, potes, Growlers e até prensa francesa para café. Todos com a mesma proposta de unir durabilidade térmica e resistência

Como funciona o copo Stanley? 

Imagem exemplificando o trecho de texto anterior

O grande trunfo do copo Stanley para fazer com que sua bebida permaneça quente ou gelada, a depender do tipo de bebida, por mais tempo está na construção do produto. Seja o copo, caneca, garrafa groller ou outros térmicos da marca, são fabricados com paredes duplas que impedem a transferência de calor do líquido dentro do copo para a parte de fora do copo. 

Tais características do copo Stanley atuam contra as três formas possíveis de transferências de calor, radiação, convecção e condução. Para que as moléculas não se encostem o produto é construído com duas paredes de aço inox e com vácuo entre elas. Neste vácuo há uma quantidade muito inferior de moléculas em relação a parede externa, assim menos moléculas se encostam e a transferência de temperatura por condução é prolongada e a temperatura da bebida demora a mudar. 

Já a transferência de temperatura por radiação é a mesma usada em garrafas térmicas mais simples, como em garrafas de café, por exemplo. Essas garrafas de café não são espelhadas por dentro por questões estéticas, mas para que a transmissão por radiação demore a acontecer. No caso do copo Staley, o material usado é o metal que reflete a radiação na parte inferior. 

Já a convecção é a que recebe menos atenção por parte da Stanley,  pois acontece na transferência de calor que ocorre através de fluidos fora do equilíbrio térmico, a famosa fumacinha do chá ou café que ao sair do recipiente também esfria a bebida. Neste caso a solução é simples, uma tampa, por isso os copos com tampa são capazes de preservar a temperatura das bebidas por ainda mais tempo. 

E aí, possui um copo Stanley com tampa? O acessório faz diferença ou é apenas estético? Compartilhe com a gente suas impressões no campo de comentários abaixo.