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Não é só Spotify: veja outras opções de streaming de música

Quando se fala em aplicativo de música, geralmente se pensa em Spotify. Mas o mercado brasileiro tem diversas opções que podem ser conferidas.

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Para quem não vive sem escutar música, hoje os aplicativos de streaming são um item indispensável. Com apenas o pagamento de uma taxa mensal, é possível ouvir uma variedade de músicas e artistas sem se preocupar em baixar ou em comprar mídias físicas para isso. Além disso, sistemas inteligentes incluídos nessas aplicações são capazes de recomendar novas músicas baseadas em seu gosto.

Atualmente, o campeão deste segmento é o Spotify, com cerca de 140 milhões de assinantes – cerca de 50 milhões destes tem assinaturas pagas (ou Premium). Entretanto, o mercado brasileiro de streaming de música é disputado, com diversas opções com seus prós e contras. Confira abaixo algumas delas.

Deezer

deezer

Um dos mais antigos serviços de streaming no mercado brasileiro, o Deezer ainda é visto como um grande player mundial do segmento, apesar de ter sido ofuscado pelo crescimento do Spotify. Mesmo assim, ele conta com diversos benefícios, como sua compatibilidade com diversos dispositivos, como Smart TVs, rádios e alguns aparelhos reprodutores Blu-Ray.

Ele também conta com um catálogo extenso, com mais de 35 milhões de músicas e recursos como recomendações e estações musicais. Ele possui dois modelos de uso: gratuito, que não dá acesso offline e incluir propagandas em meio a músicas. Já o modelo pago, cuja mensalidade sai por R$ 14,90, retira os comerciais e permite baixar músicas para ouvir desconectado da web.

Google Music

google music

Com 30 milhões de músicas, o serviço do Google usa o Android como sua carta na manga – ele é o player de música padrão do sistema operacional, podendo usar o Android como servidor para guardar suas músicas – ou seja, você pode enviar enviar seus próprios arquivos MP3 para a nuvem do serviço e ouvir eles em qualquer lugar usando o app.

Napster

napster music

O Napster surgiu originalmente como uma plataforma de downloads de mp3 e foi visto como um inimigo da indústria fonográfica na virada do milênio. Entretanto, a nova iteração do lendário serviço online é um serviço de streaming bastante respeitável. Com uma base de 34 milhões de músicas, o serviço conta com versões web, Android, iOS e Windows Phone, custando R$ 17,90 por mês. Além disso, para quem for cliente Vivo ou do portal Terra, é possível assinar o app com descontos promocionais.

Um contra do Napster, infelizmente, é a qualidade inferior de áudio em relação a outros sistemas. Em outros apps, as músicas podem atingir bitrates de 320 kbps, enquanto que no Napster elas não passam de 192 kbps. Para o ouvinte casual, pode não ser algo assim tão importante, mas é sempre bom avisar.

Apple Music

apple music

Embora o Apple Music seja o principal rival do Spotify no mercado mundial, no Brasil o serviço ainda está presente de forma tímida. O primeiro porém é que ele não é cobrado em reais – ou seja, você precisará de um cartão de crédito internacional para pagar. Ainda assim, os preços são competitivos, com o plano individual custando US$ 4,99, cerca de R$ 17. Em termos de acervo, o Apple Music brilha, contando com mais de 30 milhões de músicas, incluindo diversas gravações exclusivas (faixas ao vivo, remixes e versões alternativas de sucessos) de artistas do momento.

Além disso, o Apple Music permite que você envie suas próprias músicas, sejam elas baixadas da web, “ripadas” de CDs ou compradas do iTunes ou de outras lojas virtuais, para serem acessadas em seu iPhone.

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