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Nintendo Switch OLED vale a pena em 2026?

Modelo com tela superior também possui maior espaço de armazenamento, porém não há muitas mudanças drásticas em relação ao tradicional

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Blog do Promobit

30 de dez de 2025

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    Passados alguns anos do lançamento do Nintendo Switch OLED por aqui e em um cenário no qual a Nintendo já conta com uma nova geração no mercado, o modelo com tela melhorada ainda levanta dúvidas entre os jogadores. Sendo mais barato que o modelo atual, o Nintendo Switch OLED ainda vale a pena? Existem diferenças realmente significativas em relação ao modelo convencional e como ele se encaixa hoje no catálogo da empresa, especialmente após a chegada do Nintendo Switch 2?

    Abaixo você confere as principais especificações do Switch OLED, o que muda em relação ao console base e em quais situações ele ainda pode ser uma boa escolha em 2026.

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    O que muda no Nintendo Switch OLED?

    Imagem exemplificando o trecho de texto anterior

    Conforme o próprio nome já elucida, o console da Nintendo apresenta como grande diferença a presença de uma tela OLED para jogar de forma portátil e, além de ser uma tecnologia de display superior, já que apresenta qualidade de contraste muito superior ao LCD do modelo convencional, a tela OLED também está maior. São 7 polegadas contra 6.2 polegadas da primeira versão. Vale destacar que o crescimento da tela não aconteceu com um aumento das dimensões do console como um todo, já que a solução usada pela Nintendo foi reduzir as bordas ao redor da tela, mantendo o console compacto, um ponto que segue relevante mesmo após a chegada do Switch 2, que aposta em outros avanços, mas não torna a experiência portátil do OLED obsoleta para quem prioriza qualidade de imagem.

    Ainda quanto ao design, uma mudança bastante relevante é o apoio para manter a tela em pé sobre alguma superfície, como uma mesa. Na versão antiga esse apoio é menor e mais frágil, enquanto na atual é um apoio horizontal, que estende-se de uma lateral a outra da tela e possibilita diferentes ajustes de inclinação da tela. Esse refinamento reforça o foco do Switch OLED na versatilidade do modo portátil e semiportátil, enquanto o Switch 2 concentra suas melhorias principalmente em desempenho e recursos de nova geração.

    A base que possibilita usar o Switch como um console de mesa também conta com algumas diferenças pontuais, porém relevantes, como a presença de uma conexão para cabo de rede, facilitando a vida de quem quer jogar online com uma internet mais veloz ou diminuir os tempos de download. No modelo anterior era necessário um adaptador para conectar o Switch ao modem via cabo, um recurso que já se tornou padrão no ecossistema da Nintendo com o lançamento do Switch 2, mas que foi um diferencial importante no OLED à época.

    Nintendo Switch OLED x Nintendo Switch tradicional

    Imagem exemplificando o trecho de texto anterior

    Conforme citado no tópico anterior, o Switch OLED evolui em sua tela apenas na tecnologia que compõe o painel, pois a resolução das imagens segue em 720 pixels no modelo OLED, sendo a qualidade de contraste a principal virtude deste tipo de tela. Não houve upgrades em hardware, já que o Switch OLED permanece com o mesmo processador, o NVIDIA Tegra X1. 

    Em números a bateria também permanece a mesma, com 4310 mAh, porém a eficiência energética deve evoluir no modelo OLED devido a característica deste tipo de tela que não necessita de um painel de LEDs que fica aceso de forma ininterrupta. Com o OLED os pixels se auto iluminam e só são acionados quando necessário e ficando apagados para representar a cor preta.

    Outra boa diferença entre o modelo OLED e o convencional é que o modelo mais recente possui mais espaço para armazenamento, 64 GB contra apenas 32 GB do modelo mais antigo. 

    Nintendo Switch OLED x Nintendo Switch 2

    Imagem exemplificando o trecho de texto anterior

    Diferentemente da comparação com o modelo tradicional, as diferenças técnicas entre o Nintendo Switch OLED e o Switch 2 são mais profundas. Embora ambos mantenham a proposta híbrida, o Switch 2 apresenta avanços claros em desempenho, graças a um hardware mais moderno desenvolvido em parceria com a NVIDIA. Isso se reflete em maior poder gráfico, melhor estabilidade de desempenho e suporte a tecnologias atuais, como resoluções superiores e recursos de upscaling, sendo obviamente mais caro. 

    No aspecto visual, o Switch OLED segue se destacando no modo portátil por conta da tela OLED, que oferece contraste superior e pretos mais profundos. Já o Switch 2 prioriza ganhos gerais de qualidade gráfica, com maior resolução portátil e desempenho mais elevado no modo dock, posicionando-se como uma opção mais preparada para jogos tecnicamente mais exigentes.

    A bateria evidencia a diferença de foco entre os modelos. O Switch OLED mantém 4310 mAh e se beneficia da eficiência energética da tela OLED, enquanto o Switch 2 combina uma bateria de maior capacidade (5220 mAh) com um gerenciamento de energia mais avançado. No armazenamento interno, o Switch 2 oferece mais espaço padrão para jogos e atualizações, já “partindo” dos 256 GB. 

    O Switch OLED vale a pena em 2026?

    Imagem exemplificando o trecho de texto anterior

    Mesmo tendo chegado oficialmente ao Brasil em 2022, o Nintendo Switch OLED ainda vale a pena e segue como uma opção muito boa em 2026. Atualmente encontrado por cerca de 2.300 reais, o console se beneficia de uma queda natural de preço ao longo do tempo e passa a ocupar um espaço interessante entre o Switch original e o Switch 2. É importante reforçar que o modelo OLED não traz melhorias em hardware, mas a adoção da tela OLED representa uma evolução perceptível na experiência portátil.

    Para quem já possui o Switch tradicional, o upgrade para o OLED acaba não fazendo muito sentido. Por outro lado, para novos jogadores ou para quem pretende retornar ao ecossistema da Nintendo sem investir no valor mais elevado do Switch 2, o OLED se mostra uma alternativa bastante equilibrada. Ele entrega melhorias claras em design, tela e usabilidade, custando menos que a nova geração e oferecendo uma experiência superior ao modelo base, o que o consolida como um bom meio termo em preço e recursos no cenário atual.


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