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Melhor celular dobrável: principais modelos em 2026

Os dobráveis tem seu charme mas certamente não são para todos! Dentre as melhores opções do mercado, confira qual deles é a sua cara

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Bruno Braga

14 de jan de 2026

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    Considerando que a maioria dos celulares da atualidade são extremamente parecidos (para não dizer iguais), os aparelhos dobráveis preenchem uma lacuna curiosa no mercado de serem uma das poucas opções mais diferentonas. Entretanto, questões como preço, durabilidade e a própria usabilidade como um todo podem afastar usuários mais tradicionais. Pensando nisso, elencamos aqui diferentes modelos para te ajudar a escolher qual é o melhor celular dobrável para comprar atualmente dentro da sua necessidade e do seu bolso. 

    Melhor celular dobrável

    ModeloCompre agora⬇️Compre agora⬇️Destaque
    Motorola Razr 60 UltraAmazonMercado LivreMelhor celular dobrável Motorola
    Galaxy Z Flip7AmazonMercado LivreAlternativa de flip da Samsung
    Galaxy Z Fold7AmazonMercado LivreMelhor celular dobrável Samsung
    Motorola Razr 60AmazonMercado LivreMelhor dobrável custo-benefício 
    Galaxy Z Flip7 FE AmazonMercado LivreCelular dobrável barato

    Motorola Razr 60 Ultra – Melhor celular dobrável Motorola

    Imagem exemplificando o trecho de texto anterior

    Se você está na busca pelo melhor celular dobrável de 2026, o Razr 60 Ultra é, sem dúvida, uma das opções mais redondas que você vai encontrar. Ele chega com um visual que é pura elegância, um acabamento que dá gosto de segurar e um vinco na tela que quase some. Por falar em tela, a principal é um show à parte: são 6.9 polegadas pOLED com uma taxa de atualização altíssima de 165Hz.

    E o melhor? Mesmo fechado, a vida segue prática. A tela externa de 4 polegadas, também pOLED, te deixa dar uma olhada nas notificações e até usar alguns apps sem precisar abrir o aparelho toda hora. Para completar, a resistência IP48 dá aquela tranquilidade a mais contra respingos e poeira.

    Por dentro, ele é um monstro. Com o Snapdragon 8 Elite, 16 GB de RAM e até 512GB de espaço, ele aguenta o tranco de qualquer jogo pesado, multitarefa ou aplicativo que exija mais. As três câmeras de 50 MP fazem fotos bem boas, com cores vibrantes e um desempenho noturno que impressiona. Um detalhe relevante é a capacidade de gravar em 8K na câmera principal.

    A bateria de 4.500 mAh pode não ser a maior do mercado, mas aguenta bem o dia e ainda passa na frente de vários concorrentes diretos. O carregamento rápido de 68W é um alívio, salvando você na correria.

    Claro, ele tem seu preço (que é alto!) e, como todo dobrável, a tela interna pede um carinho extra. Mas, no fim das contas, esse Motorola se firma como um dos dobráveis mais equilibrados e cobiçados da atualidade.

    • Tela principal: pOLED, 6.9” – Full HD+, 165Hz
    • Tela secundária: pOLED, 4”
    • Memória RAM: 16 GB
    • Processador: Snapdragon 8 Elite
    • Armazenamento: até 1TB
    • Câmeras principais: 50 MP (wide); 50 MP (ultrawide)
    • Câmera frontal: 50 MP
    • Bateria: 4.500 mAh

    Galaxy Z Flip7 – Alternativa de flip da Samsung

    Imagem exemplificando o trecho de texto anterior

    Seguindo o embalo do Razr 60 Ultra, o Galaxy Z Flip7 chegou como a pedida da Samsung pra quem quer um dobrável em 2026, mesmo que, no geral, ele fique um pouquinho atrás. O design é mais na dele, mais familiar, o que é ótimo pra quem já teve um dobrável ou só quer um top de linha que caiba de boa no bolso e não chame tanta atenção. A tela de fora deu uma esticada, chegando a 4.1 polegadas, e é super útil no dia a dia: dá pra responder uma mensagem, pular uma música, atender uma ligação e até usar o Maps sem precisar abrir o celular.

    A Samsung garante que ele é resistente, dizendo que a tela aguenta mais de 300 mil “abre e fecha”. Por dentro, a tela principal é uma Dynamic AMOLED de 6.9 polegadas, com resolução Full HD+ e a taxa de atualização de 120Hz. A imagem é show, apesar de não ter a mesma fluidez do modelo acima. Já no quesito potência, o Exynos 2500 dá conta do recado como um celular premium deve, rodando jogos, multitarefas e apps pesados sem estresse (por mais que tenha sido uma leve decepção em seu anúncio).

    Nas câmeras, o Z Flip7 não inventa muito, mantendo a pegada da geração anterior: sensor principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e a câmera de selfie com 10 MP. Não teve aquele upgrade estrondoso, mas o conjunto é versátil e filma em 4K com estabilização óptica em todas as lentes. Com uma bateria que é só ok e aquela marquinha da dobra que ainda aparece, o Z Flip7 é uma boa opção de dobrável da Samsung, mesmo que o Razr 60 Ultra leve uma pequena vantagem no placar geral.

    • Tela principal: Dynamic AMOLED 2X, 6.9” – Full HD+, 120Hz
    • Tela secundária: Super AMOLED, 4.1”
    • Memória RAM: 12 GB
    • Processador: Exynos 2500
    • Armazenamento: até 512GB
    • Câmeras principais: 50 MP (wide); 12 MP (ultrawide)
    • Câmera frontal: 10 MP
    • Bateria: 4.300 mAh

    Galaxy Z Fold7 – Melhor celular dobrável Samsung

    Imagem exemplificando o trecho de texto anterior

    Partindo para um outro tipo de foldable, o Galaxy Z Fold7 pode ser considerado o melhor celular dobrável da marca, principalmente para quem busca o máximo de praticidade multitarefa tendo o estilo “livro” ou horizontal. A experiência que ele oferece é super versátil: dá para usar fechado, como um smartphone top de linha com uma tela externa incrível, ou abrir e ter praticamente um tablet nas mãos. E o visual ficou mais clean, com um corpo mais fino e leve, perfeito para quem usa o aparelho por muito tempo.

    Quando você abre, a tela interna de 8 polegadas já é um belo cartão de visitas, com resolução Full HD+, 120Hz para uma fluidez absurda e uma interface que se adapta a tudo. O sistema é esperto, ajustando janelas e apps automaticamente, permitindo multitarefas de verdade, com vários aplicativos rodando lado a lado sem engasgar. Isso faz do Fold7 a ferramenta ideal para trabalhar, estudar e consumir conteúdo, indo muito além do que um celular comum pode fazer.

    Em termos de poder, ele está no topo da cadeia, equipado com o processador Snapdragon 8 Elite, 12GB de RAM e opções de armazenamento que chegam a 1TB, ou seja, ele briga de igual para igual com o S25 Ultra em performance. As câmeras também são dignas de destaque: sensor principal de 200 MP, ultrawide de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP, mais duas câmeras frontais de 10 MP (uma externa e uma sob a tela interna).

    Apesar do preço salgado e de não vir com suporte para a S Pen, o Z Fold7 se consagra como o dobrável mais completo e avançado da Samsung, especialmente se você valoriza muito a produtividade e telas gigantes.

    • Tela: Dynamic AMOLED 2X, 6.5” – Full HD+, 120Hz
    • Tela aberta: Dynamic AMOLED 2X, 8” – Full HD+, 120Hz
    • Memória RAM: 12GB
    • Processador: Snapdragon 8 Elite
    • Armazenamento: até 1TB
    • Câmeras principais: 200 MP (wide); 12 MP (ultrawide); 10 MP (telefoto)
    • Câmera frontal: 10 MP e 10 MP (interna)
    • Bateria: 4.400 mAh

    Motorola Razr 60 – Melhor dobrável custo-benefício

    Imagem exemplificando o trecho de texto anterior

    O Motorola Razr 60 chegou com a missão de ser aquele dobrável que não pesa tanto no bolso, mas que ainda entrega um visual acima da média e um uso bacana no dia a dia. Ele pega a identidade clássica do “flip” e dá uma leve repaginada, trazendo um design que já te conquista pelo estilo premium, apesar de bordas um pouco mais grossas. A dobradiça de titânio é um ponto de confiança, e a proteção IP48 dá aquela tranquilidade para usar sem neura, abrindo e fechando o tempo todo. Além disso, a pegada é super agradável, e as cores escolhidas mostram que ele é bem construído, sem frescura.

    A experiência de tela é o coração do Razr 60. A tela interna pOLED de 6.9 polegadas com 120Hz é um show de cores e fluidez. Mesmo que o brilho máximo não seja um recorde, ele dá conta do recado até quando o sol está forte. O verdadeiro trunfo, no entanto, é a tela externa de 3.6 polegadas, por ser super prática e funcional, permitindo resolver a vida, ver mensagens, controlar músicas, checar o mapa, sem precisar abrir o celular o tempo todo. 

    O processador Dimensity 7400 junto com a interface Hello UI e o Moto AI dão conta do recado nas tarefas diárias, mantendo tudo fluido. Mas, sejamos honestos, ele não foi feito para quem vive em jogos pesados ou edições complexas. A bateria de 4.500 mAh aguenta um dia de uso normal, mas se você for do tipo “ligado 24h”, talvez precise de uma carga extra no meio da tarde. 

    O conjunto de câmeras não trouxe novidades, entregando fotos que ficam ótimas quando a luz ajuda, mas no escurinho, o desempenho cai um pouco. Por tudo isso, ele é a pedida ideal para quem sonha com um dobrável elegante e prático, sem ter que pagar uma fortuna por um top de linha, contanto que você aceite abrir mão de desempenho bruto máximo e uma super autonomia.

    • Tela principal: pOLED, 6.9”- Full HD+, 120Hz
    • Tela secundária: AMOLED, 3.6”, 90Hz
    • Memória RAM: 12GB
    • Processador: Dimensity 7400
    • Armazenamento: até 512GB
    • Câmeras principais: 50 MP (wide); 13 MP (ultrawide)
    • Câmera frontal: 32 MP
    • Bateria: 4.500 mAh

    Galaxy Z Flip7 FE – Celular dobrável barato

    Imagem exemplificando o trecho de texto anterior

    Se você está curioso sobre dobráveis, mas não quer pagar o preço de um modelo topo de linha, o Galaxy Z Flip7 FE surge como a entrada mais acessível na linha dobrável da Samsung, um dispositivo que entrega boa parte da experiência a um custo mais amigável. Enquanto a Samsung elevou seus dobráveis com o Z Flip7 e o poderoso Z Fold7, o FE veio para democratizar essa tecnologia, mantendo o charme do design em formato flip e reduzindo o preço em relação aos irmãos maiores.

    O Z Flip7 FE aposta em um conjunto familiar: tela interna AMOLED de 6.7 polegadas com taxa de atualização de até 120Hz, boa fluidez e brilho generoso para uso diário, e uma tela externa de 3.4 polegadas que facilita interações rápidas sem abrir o aparelho. As câmeras também se mantêm sólidas para um dobrável mais barato, com sensor principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e selfie de 10 MP, capazes de capturar fotos e vídeos em 4K com qualidade respeitável e ainda permitem aproveitar a FlexCam para selfies usando as câmeras traseiras. A certificação IP48, proteção Gorilla Glass Victus 2 e conectividade completa reforçam que não faltam recursos básicos esperados em um smartphone moderno.

    O grande diferencial do Flip7 FE é o equilíbrio entre preço e experiência: ele usa o chip Exynos 2400 com 8 GB de RAM que garantem desempenho competente para tarefas cotidianas e apps do dia a dia, embora fique atrás em potência bruta de versões mais caras. A bateria de 4.000 mAh e carregamento rápido ajudam na autonomia do dia a dia, apesar de estar abaixo da média geral. 

    No fim das contas, o Flip7 FE é a melhor porta de entrada para quem quer experimentar um dobrável Samsung sem gastar tanto, combinando um design icônico com boa tela, câmeras competentes e software atualizado. Apesar de suas limitações em desempenho e alguns compromissos em comparação com os modelos premium, ele representa um passo significativo para tornar a tecnologia dobrável mais acessível a um público maior.

    • Tela principal: Super AMOLED, 6.7” – Full HD+, 120Hz
    • Tela secundária: Super AMOLED, 3.4”
    • Memória RAM: 8GB
    • Processador: Exynos 2400
    • Armazenamento: até 256GB
    • Câmeras principais: 50 MP (wide); 12 MP (ultrawide)
    • Câmera frontal: 10 MP
    • Bateria: 4.000 mAh

    Qual a vantagem de um celular dobrável? 

    Imagem exemplificando o trecho de texto anterior

    A grande vantagem de um celular dobrável é que ele muda a forma como você usa o smartphone no dia a dia. Quando fechado, é um celular “normal”, fácil de guardar no bolso ou na bolsa. Mas basta abrir para ganhar uma tela maior, que transforma tarefas comuns em experiências mais confortáveis. Ler notícias, responder e-mails, assistir a vídeos, editar fotos ou até trabalhar com dois aplicativos ao mesmo tempo fica muito mais prático.

    Além da questão do tamanho, o dobrável entrega versatilidade. Ele se adapta ao seu ritmo: compacto quando você precisa de mobilidade, expansivo quando precisa de espaço, além de poder escolher um dobrável vertical, mais conhecido como flip, que se destaca em ser mais compacto, ou o dobrável horizontal que tende a atrair usuários voltados à produtividade. 

    Outro ponto importante é a experiência visual. A tela ampla favorece o multitarefa, melhora a imersão em jogos e vídeos e deixa atividades criativas mais fluidas. Para quem usa o celular como ferramenta de trabalho, isso faz diferença real.

    Quanto tempo dura um celular dobrável? 

    A durabilidade de um celular dobrável costuma ser maior do que muita gente imagina, especialmente nos modelos mais recentes. Em média, esses aparelhos são projetados para resistir a cerca de 200 mil dobras, o que equivale a vários anos de uso cotidiano sem comprometer o funcionamento da tela. Além disso, fabricantes vêm investindo em dobradiças mais robustas, vidros ultrafinos e proteção contra poeira e respingos, aumentando a vida útil do dispositivo como um todo. 

    Claro, como qualquer smartphone, a duração final depende dos cuidados do usuário, da intensidade de uso e da evolução tecnológica, mas hoje já é seguro dizer que os dobráveis deixaram de ser frágeis e se tornaram opções confiáveis para o dia a dia.

    Quantas vezes pode abrir e fechar o celular Flip? 

    Hoje os celulares flip modernos são aparelhos robustos pensados para aguentar a rotina real do usuário. Por exemplo, os modelos mais atuais da Samsung são testados para suportar cerca de 200 mil aberturas e fechamentos, o que equivale a vários anos de uso mesmo abrindo o aparelho 50–100 vezes por dia.

    Em testes práticos mais extremos, alguns modelos chegam ainda mais longe: o Galaxy Z Flip5, por exemplo, resistiu a mais de 400 mil ciclos antes de começar a mostrar sinais de desgaste, superando a promessa da marca, algo que se manteve nos modelos posteriores. Isso quer dizer que, na vida real, você provavelmente abrirá e fechará seu flip centenas de vezes por dia durante anos antes de chegar perto desse limite.

    Outros aparelhos no estilo flip, como alguns modelos da Motorola, tendem a ter valores um pouco menores de durabilidade declarada, mas ainda assim estão feitos para acompanhar o uso diário sem sustos.

    Como os celulares dobráveis funcionam? 

    Imagem exemplificando o trecho de texto anterior

    Os celulares dobráveis funcionam a partir da integração entre telas OLED flexíveis e um sistema mecânico de dobradiça de alta precisão. Em vez do vidro convencional, esses aparelhos utilizam painéis com substratos plásticos e vidro ultrafino (UTG), capazes de suportar flexões repetidas sem comprometer a exibição de cores, brilho ou sensibilidade ao toque. A dobradiça é projetada com múltiplos eixos ou mecanismos de engrenagens que distribuem a tensão ao longo da dobra, reduzindo o estresse sobre a tela e aumentando a durabilidade estrutural.

    No nível de software, o sistema operacional é otimizado para layouts adaptativos e reconhecimento de ângulo de abertura. Isso permite a transição dinâmica da interface, a divisão de tela e o uso de aplicativos em diferentes formatos, dependendo da posição do dispositivo. Sensores internos detectam o grau de abertura e comunicam essas informações ao sistema, garantindo uma experiência contínua entre os modos compacto e expandido. Dessa forma, os dobráveis combinam engenharia de materiais, mecânica de precisão e software responsivo em um único produto.

    Existe capinha para celular dobrável? 

    Sim e com soluções bem mais práticas do que as capinhas tradicionais de smartphone. Como os celulares dobráveis têm duas metades conectadas por uma dobradiça e uma tela que se curva ao ser fechada, as capinhas específicas são projetadas para abraçar o aparelho inteiro sem atrapalhar o movimento de abrir e fechar.

    Essas capinhas geralmente são feitas de materiais flexíveis ou em duas peças distintas que cobrem cada lado do celular, deixando a dobradiça livre para funcionar sem restrições. Algumas versões têm proteção emborrachada nas bordas e reforços nas quinas, enquanto outras combinam uma estrutura rígida com partes flexíveis exatamente onde o dispositivo se dobra. Há também opções com base magnética ou encaixes precisos que não interferem com o sensor de impressão ou as câmeras.


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